quinta-feira, 30 de julho de 2015
terça-feira, 28 de julho de 2015
Se a vida fosse um filme..
Quando íamos de férias, íamos para um resort de luxo ou para a nossa mansão na praia, acordávamos a meio da manhã para um pequeno-almoço repleto de panquecas e sumos e frutas várias, íamos para a praia paradisiaca e quase deserta deitarmo-nos nos bancos à sombra de um guarda-sol em forma de palmeira enquanto bebíamos água de côco e mojitos e caipirinhas fresquinhas, o almoço era um festim de marisco e regado com litros de vinho gelado, à tarde passávamos pelas brasas e éramos acordados pelo riso distante das crianças, íamos para casa jantar o que a empregada tinha feito ou para um restaurante da moda deliciarmo-nos com um peixe, e, por fim, íamos para casa fazer o amor durante horas a fio antes de adormecer. No dia seguinte, repetíamos tudo.
Mas a vida não é um filme.
Vamos de férias para uma casa alugada ou emprestada - que a vida não está fácil - que nem TDT tem, acordamos cedo para se apanhar uma sombra para o carro e um sitio na praia perto do mar e o pequeno-almoço é a despachar - Chocapics serve perfeitamente -, chegamos à praia e todos os lugares bons estão ocupados e acabamos por ficar longe da água e do bar, o almoço são sandes mistas e rissóis e Bongos quentes porque alguém se esqueceu de fechar bem a geleira, à tarde tentamos passar pelas brasas mas somos constantemente acordados pelas crianças que passam a correr e nos enchem de areia até aos olhos, a caminho de casa já estamos a pensar o que vamos fazer para o jantar - ir jantar fora é proibido, porque, já se sabe, a vida não está fácil - e de quem é a vez de lavar a louça, no final do dia vamos cheios de boas intenções de fazer o amor - mais que não seja apenas 10minutos - mas assim que caímos na cama estamos demasiado cansados para levantar sequer um braço e adormecemos. No dia seguinte, repetimos tudo.
domingo, 26 de julho de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Das miudas de hoje..
Quando as vejo deitadas na praia - na areia escaldante, sob um sol cancerigeno, untando-se com óleo para acelerar esse processo, com os seus bikinis capazes de envergonhar a mais desavergonhada lá daquilo dos Segredos e a fumarem - penso para comigo, enquanto lhes vejo os corpos desenvolvidos e torneados, que se têm idade para fumar, certamente já têm idade para sentir o peso de um homem em cima.
Mas depois ouço-as, a falarem daquela noite em que se embebedaram, dizendo aos pais que iam para casa de uma amiga, ou daquela vez em que iam sendo apanhadas a fumar no quarto, e reparo que ainda nem os lentes de leite perderam.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Güeros
Antes de ir de férias, fica esta mensagem que vi ontem neste filme.
"Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição."
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