Mas como isto é um blog como deve ser, estão censuradas!
Por isso, e se quiserem, usem a imaginação.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Mustache explica o que é a vida..
Uma boa metáfora para explicar a vida é um homem a tentar comer sopa de dentro de um escorredor de esparguete.
Ele começa muito rápido porque quer comer tudo o que é bom, mas não importa o quão rápido ele tenta comer, acaba sempre por ficar com as calças todas sujas de sopa. E, eventualmente, no final disto tudo, ele irá morrer de velhice a pensar nas calças com manchas de creme de cenoura e funcho.
Eu não sou muito bom com metáforas.
Ele começa muito rápido porque quer comer tudo o que é bom, mas não importa o quão rápido ele tenta comer, acaba sempre por ficar com as calças todas sujas de sopa. E, eventualmente, no final disto tudo, ele irá morrer de velhice a pensar nas calças com manchas de creme de cenoura e funcho.
Eu não sou muito bom com metáforas.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Run, Mustache, Run!
É o novo nome ali de um separador.
É onde vou colocar as corridas em que vou participar durante o ano de 2014, com os respetivos tempos e onde espero que se possa criar um espaço de partilha de experiências de treinos e corridas.
Sabem que gosto de correr, sei que há muita gente aqui que também gosta de correr.
Uns por uns motivos, outros por outros, mas todos porque sabem que é algo que faz bem ao corpo (vá, excepto articulações e tal) e à mente.
E nada melhor para ilustrar este post do que aquele que é, para mim, o melhor filme de corrida de sempre! :)
É onde vou colocar as corridas em que vou participar durante o ano de 2014, com os respetivos tempos e onde espero que se possa criar um espaço de partilha de experiências de treinos e corridas.
Sabem que gosto de correr, sei que há muita gente aqui que também gosta de correr.
Uns por uns motivos, outros por outros, mas todos porque sabem que é algo que faz bem ao corpo (vá, excepto articulações e tal) e à mente.
E nada melhor para ilustrar este post do que aquele que é, para mim, o melhor filme de corrida de sempre! :)
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Quero caminha...
O fim de semana tem 48 horas.
Eu posso dormir 30 delas e, mesmo assim, ainda fico com sono durante o dia de segunda.
Eu posso dormir 30 delas e, mesmo assim, ainda fico com sono durante o dia de segunda.
Nem mesmo depois de morto..
Acredito que há momentos em que não fazemos o que nos é normal para podermos presenciar momentos realmente diferentes.
Sábado, quase 14h, portagens da ponte Vasco da Gama. Como ia com o carro cheio com uma mesa e 4 cadeiras, decidi ir mais devagar do que o habitual e não ultrapassar um carro que ia à minha frente. Normalmente não gosto de ir atrás de certos tipos de carros: camiões (porque me tapam a visibilidade toda), carros da policia (vão sempre a pastelar!) e carros funerários (penso sempre que é um mau presságio). Pois que à minha frente ia um carro funerário. De qualquer maneira, e como a portagem estava a pouco mais de 200metros, não o ultrapassei nem mudei de faixa para ir para outra cabine.
Pára o carro funerário e eu atrás dele. E ele continuou parado e eu nem sequer via o condutor a esticar o braço para pagar a portagem. Mais algum tempo que passa e vejo a porta do passageiro a abrir. Sai de lá um gajo que me faz um sinal a pedir desculpa pelo tempo que estão a demorar. Abre a porta traseira do carro e começa a olhar lá para dentro. Olha e re-olha, até que entra. Olha mais um pouco até que finalmente abre o caixão, enfia lá o braço e tira de lá uma carteira. Fecha caixão, salta cá para fora, fecha porta, faz-me novo sinal de pedido de desculpa, entra no carro, faz-se o pagamento e lá arrancam.
Sinceramente, não consegui ver se estava alguém dentro do caixão. Espero que não estivesse e que apenas se tenham esquecido da carteira lá dentro e que não tenham ido sacar o pagamento da portagem ao defunto. Ou vai daí, a portagem faz parte do serviço e lá por um gajo estar morto, não é desculpa para não se pagar aquilo que é devido.
Sábado, quase 14h, portagens da ponte Vasco da Gama. Como ia com o carro cheio com uma mesa e 4 cadeiras, decidi ir mais devagar do que o habitual e não ultrapassar um carro que ia à minha frente. Normalmente não gosto de ir atrás de certos tipos de carros: camiões (porque me tapam a visibilidade toda), carros da policia (vão sempre a pastelar!) e carros funerários (penso sempre que é um mau presságio). Pois que à minha frente ia um carro funerário. De qualquer maneira, e como a portagem estava a pouco mais de 200metros, não o ultrapassei nem mudei de faixa para ir para outra cabine.
Pára o carro funerário e eu atrás dele. E ele continuou parado e eu nem sequer via o condutor a esticar o braço para pagar a portagem. Mais algum tempo que passa e vejo a porta do passageiro a abrir. Sai de lá um gajo que me faz um sinal a pedir desculpa pelo tempo que estão a demorar. Abre a porta traseira do carro e começa a olhar lá para dentro. Olha e re-olha, até que entra. Olha mais um pouco até que finalmente abre o caixão, enfia lá o braço e tira de lá uma carteira. Fecha caixão, salta cá para fora, fecha porta, faz-me novo sinal de pedido de desculpa, entra no carro, faz-se o pagamento e lá arrancam.
Sinceramente, não consegui ver se estava alguém dentro do caixão. Espero que não estivesse e que apenas se tenham esquecido da carteira lá dentro e que não tenham ido sacar o pagamento da portagem ao defunto. Ou vai daí, a portagem faz parte do serviço e lá por um gajo estar morto, não é desculpa para não se pagar aquilo que é devido.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






