Agora que já chamei a vossa atenção, é favor lerem o post abaixo.
Obrigado.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Love is timeless - Capitulo II - Memórias
Capitulo I
“Olha ali H., um cãozinho… É o Sashi! Ele gosta mesmo de estar por aqui, não gosta? Mas onde está a Mimi? Costumam estar sempre juntos. É triste estar sozinho, não é?”
Era normal passearmos juntos pela cidade, correndo pelas ruas e brincando com os animais. Tínhamos os nossos locais favoritos onde gostávamos de nos perder na conversa.
- Estás a gostar do livro, L.?
- Imenso! É super interessante! Só ontem durante a noite, li cerca de cinco biliões de anos!
- Até onde leste?
- Até àquela parte em que os "Tromocolaris" aparecem, ao Período Pré-Cambrico! Gosto da Cathulfiana...Parece-se com este do meu desenho, não parece?
- Sim, acho que sim.
- E tu, H. de qual gostas mais?
- Da Cristolinia.
- Ahh. Essa é aquela que tem 6 olhos, não é?
Penso que eu e L., partilhávamos os mesmos tipos de sentimentos e pensamentos. Nós, que éramos apenas duas crianças pequenas e desajeitadas, preferíamos passar o tempo na biblioteca em vez de ir para o pátio com os outros meninos. Por isso, foi com naturalidade que ficámos grandes amigos. Os nossos colegas gozavam connosco por causa disso. Mas quando estávamos juntos, nem sequer nos importávamos com isso. Para o ano iriamos frequentar a mesma escola secundária. Estaríamos juntos para sempre… Pelo menos era isso que eu pensava…
["Ton. Ton.
Esta é a última estação. Os passageiros que saírem, por favor, queiram dirigir-se para as linhas de ligação para JR e Ke."]
Esta era a primeira vez que ia até à estação de Ton sozinho e também seria a primeira vez que apanhava ali um comboio. Estava nervoso e o meu coração batia acelerado. Sabia que não era por estar ali sozinho, mas porque encontrar-me-ia com L. depois disto tudo.
["Chegaremos a Mu dentro de alguns minutos. Repito: Mu. Na próxima estação, Mu, teremos que aguardar pela chegada do comboio rápido. Por esse motivo, este comboio permanecerá estacionado quatro minutos. Aos passageiros que tenham pressa de chegar a Yo e Ot, informamos que..."]
- Sim. Quem fala?
- É a L. É possível falar com o H.?
- Sim, só um momento.
- O quê, L.?! Como assim, transferiram-te? E o Colégio de Ni? Esforçámo-nos tanto para entrarmos...
- Os meus pais dizem que tenho que ir para a Escola de To... Sinto muito...
- Não tens que pedir desculpa. Não é culpa tua.
- Ainda lhes pedi que me deixassem ir para casa da minha tia K, mas disseram-me que só o poderia fazer depois de ser maior de idade.
- Pois... Está bem...
- Desculpa.
- Ok...
- Desculpa...
Apertava tanto o auscultador contra as orelhas que já me doíam. Percebi que a L. estava ainda mais triste do que eu, mas eu nada podia fazer quanto a isso. Desliguei o telefone quando do outro lado ainda se ouviam soluços. Tinha sido este o telefonema que deitara por terra todos os nossos sonhos, todos os nossos planos de estarmos juntos para sempre.
O cais da estação estava com o chão encharcado pela neve que era transportada pelos passos das centenas de pessoas que por ali passavam. O ar estava gelado e impregnado pelo cheiro inconfundível da neve que se evapora.
["Senhores passageiros, a vossa atenção por favor. O comboio da linha Ut, com destino a Ko e Ut, está com um atraso de cerca de dez minutos devido à neve. A todos os passageiros que estejam com pressa, pedimos as nossas mais sinceras desculpas."]
Até ouvir aquela mensagem pelos altifalantes da estação, a possibilidade de que pudesse haver um atraso com os comboios, foi algo que nem sequer me tinha passado pela cabeça. Rapidamente, o meu mal-estar aumentou.
“Olha ali H., um cãozinho… É o Sashi! Ele gosta mesmo de estar por aqui, não gosta? Mas onde está a Mimi? Costumam estar sempre juntos. É triste estar sozinho, não é?”
Era normal passearmos juntos pela cidade, correndo pelas ruas e brincando com os animais. Tínhamos os nossos locais favoritos onde gostávamos de nos perder na conversa.
- Estás a gostar do livro, L.?
- Imenso! É super interessante! Só ontem durante a noite, li cerca de cinco biliões de anos!
- Até onde leste?
- Até àquela parte em que os "Tromocolaris" aparecem, ao Período Pré-Cambrico! Gosto da Cathulfiana...Parece-se com este do meu desenho, não parece?
- Sim, acho que sim.
- E tu, H. de qual gostas mais?
- Da Cristolinia.
- Ahh. Essa é aquela que tem 6 olhos, não é?
Penso que eu e L., partilhávamos os mesmos tipos de sentimentos e pensamentos. Nós, que éramos apenas duas crianças pequenas e desajeitadas, preferíamos passar o tempo na biblioteca em vez de ir para o pátio com os outros meninos. Por isso, foi com naturalidade que ficámos grandes amigos. Os nossos colegas gozavam connosco por causa disso. Mas quando estávamos juntos, nem sequer nos importávamos com isso. Para o ano iriamos frequentar a mesma escola secundária. Estaríamos juntos para sempre… Pelo menos era isso que eu pensava…
["Ton. Ton.
Esta é a última estação. Os passageiros que saírem, por favor, queiram dirigir-se para as linhas de ligação para JR e Ke."]
Esta era a primeira vez que ia até à estação de Ton sozinho e também seria a primeira vez que apanhava ali um comboio. Estava nervoso e o meu coração batia acelerado. Sabia que não era por estar ali sozinho, mas porque encontrar-me-ia com L. depois disto tudo.
["Chegaremos a Mu dentro de alguns minutos. Repito: Mu. Na próxima estação, Mu, teremos que aguardar pela chegada do comboio rápido. Por esse motivo, este comboio permanecerá estacionado quatro minutos. Aos passageiros que tenham pressa de chegar a Yo e Ot, informamos que..."]
- Sim. Quem fala?
- É a L. É possível falar com o H.?
- Sim, só um momento.
- O quê, L.?! Como assim, transferiram-te? E o Colégio de Ni? Esforçámo-nos tanto para entrarmos...
- Os meus pais dizem que tenho que ir para a Escola de To... Sinto muito...
- Não tens que pedir desculpa. Não é culpa tua.
- Ainda lhes pedi que me deixassem ir para casa da minha tia K, mas disseram-me que só o poderia fazer depois de ser maior de idade.
- Pois... Está bem...
- Desculpa.
- Ok...
- Desculpa...
Apertava tanto o auscultador contra as orelhas que já me doíam. Percebi que a L. estava ainda mais triste do que eu, mas eu nada podia fazer quanto a isso. Desliguei o telefone quando do outro lado ainda se ouviam soluços. Tinha sido este o telefonema que deitara por terra todos os nossos sonhos, todos os nossos planos de estarmos juntos para sempre.
O cais da estação estava com o chão encharcado pela neve que era transportada pelos passos das centenas de pessoas que por ali passavam. O ar estava gelado e impregnado pelo cheiro inconfundível da neve que se evapora.
["Senhores passageiros, a vossa atenção por favor. O comboio da linha Ut, com destino a Ko e Ut, está com um atraso de cerca de dez minutos devido à neve. A todos os passageiros que estejam com pressa, pedimos as nossas mais sinceras desculpas."]
Até ouvir aquela mensagem pelos altifalantes da estação, a possibilidade de que pudesse haver um atraso com os comboios, foi algo que nem sequer me tinha passado pela cabeça. Rapidamente, o meu mal-estar aumentou.
(continua...)
domingo, 4 de agosto de 2013
É a isto que chamo qualidade de vida..
Há tanto tempo que não tinha um fim de semana destes, com descanso, familia, comida tipica, calma, leitura, Moenga, ar puro, o meu quintal, sem preocupações de qualquer género, que estou seriamente a pensar em despedir-me para poder usufruir disto até recomeçarem as aulas!
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Um poema que eu fiz..
O céu está azul
As nuvens estão branco acinzentadas
As árvores estão verdes
Há carros nas estradas
Os pássaros voam pelos ares
Os lagartos correm pelo chão
O que queria mesmo almoçar
Era batatas com feijão
O verão é fixe
Mas eu eu gosto mais do inverno
Não é por nada em especial
Mas este calor parece o inferno
As pessoas vão para a praia
Mas eu estou a trabalhar
Ainda estou para ver
O que é que vou almoçar
A vida é dura
Já a minha avó me dizia
Eu gosto muito dela
Mas acho que o ferro é mais duro
Há borboletas no estomâgo
Há amor no ar
Só já falta uma hora
Para eu ir almoçar
Gosto do amor
Gosto da paixão
Gosto do meu pai, da minha mãe
Da minha irmã e do meu irmão.
O tempo perguntou ao tempo
Quanto tempo o tempo tem
O tempo não respondeu
Porque o tempo não fala.
Mamas.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Com quem pinava hoje..
Sendo, hoje, quinta-feira e, sabendo vocês que é o dia de tão conceituada rubrica, imagino a quantidade de vezes que já aqui vieram para saberem quem foi a escolhida de hoje. Mas têm que compreender que eu sou um gajo responsável, que trabalha ou que tem que simular que trabalha, por isso, guardo estas coisas mais para o final do dia, quando já é tarde demais para começar um novo trabalho ou tarde demais para conseguir terminar algum que tenha em mãos.
Hoje, voltamos às mulheres. É verdade. Deixei de lado a mulher boazona que há a viver dentro de mim e volto à carga com as mulheres! E por falar em carga, hoje trago-vos uma mulher de peso, literalmente. E não pensem que é uma chubby, que não é! Eu sou um gajo de gostos muito especiais, muitas vezes incompreendidos pelas outras pessoas que me julgam um autêntico depravado. Mas eu não sou nada disso, apenas tenho a convicção de que todas as mulheres merecem ser felizes e todas têm direito ao amor, a serem amadas, desejadas, ou mesmo a terem os seus momentos de sexo sem compromissos.
Embora a minha mulher ideal não chegue sequer ao tamanho M, a verdade é que depois gostava de estar com uma mulher, digamos que, maior. Mas eu não queria um L, ou um XL nem mesmo um XXL. Não! Se fosse para estar com uma gaja gorda (vá, já disse) que fosse um XXXXL! Daquelas mesmo obesas, a entrar na morbidade, que ocupassem a cama toda, que desse para eu me esconder nas pregas que faz nas costas, tapar-me com a sua barriga nos dias mais frios, aconchegar-me tanto nela que acabaria por ser absorvido pela gordura, qual comando da tv entalado na dobras laterias. E depois porque corre uma teoria por esse mundo fora que diz que as mulheres gordas são as melhores na cama e no sexo. Sim, isso mesmo! As gordas são as melhores a nivel sexual! Perguntam vocês porquê? Eu explico: porque quando elas estão com um homem, nunca sabem se aquela não será a sua última vez que entram em contacto com um corpo masculino nu, e dedicam-se à causa como uma gaja boa (que sabe que tem sexo quando quer) não o faz. Dizem que são de deixar um gajo enterrado no colchão!
Por tudo isto, se hoje pudesse dar uma pinadela com uma mulher à minha escolha, seria, sem dúvida nenhuma, a menina Gabourey Sidibe!
Hoje, voltamos às mulheres. É verdade. Deixei de lado a mulher boazona que há a viver dentro de mim e volto à carga com as mulheres! E por falar em carga, hoje trago-vos uma mulher de peso, literalmente. E não pensem que é uma chubby, que não é! Eu sou um gajo de gostos muito especiais, muitas vezes incompreendidos pelas outras pessoas que me julgam um autêntico depravado. Mas eu não sou nada disso, apenas tenho a convicção de que todas as mulheres merecem ser felizes e todas têm direito ao amor, a serem amadas, desejadas, ou mesmo a terem os seus momentos de sexo sem compromissos.
Embora a minha mulher ideal não chegue sequer ao tamanho M, a verdade é que depois gostava de estar com uma mulher, digamos que, maior. Mas eu não queria um L, ou um XL nem mesmo um XXL. Não! Se fosse para estar com uma gaja gorda (vá, já disse) que fosse um XXXXL! Daquelas mesmo obesas, a entrar na morbidade, que ocupassem a cama toda, que desse para eu me esconder nas pregas que faz nas costas, tapar-me com a sua barriga nos dias mais frios, aconchegar-me tanto nela que acabaria por ser absorvido pela gordura, qual comando da tv entalado na dobras laterias. E depois porque corre uma teoria por esse mundo fora que diz que as mulheres gordas são as melhores na cama e no sexo. Sim, isso mesmo! As gordas são as melhores a nivel sexual! Perguntam vocês porquê? Eu explico: porque quando elas estão com um homem, nunca sabem se aquela não será a sua última vez que entram em contacto com um corpo masculino nu, e dedicam-se à causa como uma gaja boa (que sabe que tem sexo quando quer) não o faz. Dizem que são de deixar um gajo enterrado no colchão!
Por tudo isto, se hoje pudesse dar uma pinadela com uma mulher à minha escolha, seria, sem dúvida nenhuma, a menina Gabourey Sidibe!
Com ar rebelde, de marota, mesmo como quem largou uma daquelas flatulências e sabe o que aí vem.
Com aquele "musculo do adeus" não preciso de ventoinhas para nada, basta ela abanar os bracinhos. E nem precisa de se preocupar se levanta voo, porque sabe que não consegue.
Gosto do ar de inocente, de menina, de anafadinha.
Aqui estava a ter um principio de enfarte, mas vieram os médicos e deram-lhe um baldinho de asas do KFC e aquilo lá passou.
Ela pediu um guarda-sol, mas disseram-lhe que não estavam no verão e que teria que ser um guarda-chuva. Coitada, molhou o vestido todo. Não, aquilo não é suor que lhe está a escorrer pela corpinho abaixo.
Até mesmo a queixar-se de um ouvido, com uma otite, fica sexy.
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