segunda-feira, 8 de julho de 2013

A primeira vez marca sempre de forma diferente..

Dizem que não há amor como o primeiro, e eu sou gajo para, cada vez mais, acreditar nessa máxima!

Mas desenganem-se se pensam que estou a falar das coisas do coração! Nada disso! Até porque eu percebo pouco de auriculas, e ventriculos, e coronárias e enfartes do miocárdio e etc e tal. E das coisas do amor - que muita gente associa ao coração erradamente, pois o amor está mais ligado ao cérebro e hormonas e essas tretas todas - ainda percebo menos!

Estou mesmo a falar da Color Run que houve em Lisboa no sábado passado.
Ah e tal foi muita fixe!
Ah e tal teve muita gente!
Ah e tal foi na capital!
Ah e tal estava tão bom tempo!

Ah e tal merda, que só quem diz isto, são aqueles que não foram a mais nenhuma! E venham as Color Runs que vierem, nenhuma vai ser melhor que a de Matosinhos! Que eu vos mostrei aqui.
Porquê? Porque foi a primeira, foi a novidade, foi a viagem, foi o conhecer outros sitios, foi a animação, a excitação que todos os participantes tinham, foi o percurso, foram, até, as pequenas falhas na organização!
Já em Lisboa o percurso foi mal escolhido, havia zonas onde tivemos que parar séculos (aquele pórtico para as pessoas se molharem com torneiras da rega gota-a-gota foi uma triste ideia!), o adiarem a corrida para as 19:30 (se bem que o tenham feito por questões de segurança das pessoas) aliado ao tempo que demoravam a partir os vários grupos, fez com que muita gente acabasse a corrida já depois das 22h, o que foi chato pois as cores já nem se viam, o espetaculo final foi um fracasso pois as "color blasts" mal se viam com a escuridão. Enfim, podia ter sido melhor? Podia. Mas não foi e valeu-me o ter visto e ter estado com pessoas que já não via há algum tempo!

De qualquer maneira, aqui ficam as fotos!


No incio, ainda limpinhos!

Eu, quando a malta me estava a pedir para lhes tirar uma foto!

Com esta barba, tudo se pode fazer!

Os ressacados!

Os ressacados, versão gangster!

As meninas a hidratarem-se por causa do calor!

Já de noite e neste lindo estado!

Não é o Barba Azul, mas é o Barba Rosa (combina mais comigo)!

A minha mana linda!

Quando tentei tirar uma foto SÓ à minha mana! (não, não conhecemos ali ninguém!)

Eu e o meu amor! <3 *** <3

No final com a minha sister e o meu amor! (sim, estou de tutu e de ligas!!)

As típicas cenas de gajas!

O antes e o depois!

sábado, 6 de julho de 2013

Se beber...

.. não faças posts às horas que vais para a cama...

Passas por bebado e ainda vens para aqui dizer que começas a desenvolver sentimentos por alguém..


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Com barba/bigode e sem barba/bigode..

Muito se tem especulado, e falado, e essas coisas todas, sobre se os homens devem ou não usar barba e bigode, ou só bigode ou nada de nada. Depois, se usar, qual o tamanho certo da barba, que segundo as mulheres, terá que ser de 3 ou 4 dias, que arranha mas fica bem.

Eu sou um gajo que já usou só bigode, barba e bigode curtos, e agora estou numa de barba grande, mas grande grande. E as mulheres dizem que "aaah e tal, isso fica nojento, fica mal, pareces uma maçaroca de milho, qualquer dia corto-te isso..".

Pois então que me sinto na obrigação de vos mostrar algo sobre os homens que usam barba ou bigode e aqueles que não usam nada!

Homens com barba ou bigode:

Charles Darwin - Génio

Karl Marx - Génio

Friedrich Nietzsche - Génio


Albert Einstein - Génio

Homens sem barba ou bigode:

Pedro Passos Coelho - eerrmmm daqui eu não saio, daqui ninguém me tira?

Vitor Gaspar - hmmmm aquele pokemon que nos adormece?

Paulo Portas - mmmm beijoriqueiro?

Cavaco Silva - aauummm múmia que consegue andar?


Agora, depois disto, tirem vocês as vossas conclusões!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Estou triste..

Estou tão triste, mas tão triste, mas tão triste..

.. que nem dar uma queca com a Daniela Ruah me iria animar.








Ok... animava! Mas eu depois voltava a ficar triste (ainda mais!)!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Exploração de grutas..


Eu podia vir para aqui dizer que o fim de semana foi muito bom, que a corrida das Fogueiras, realizada em Peniche, foi das provas mais bonitas que fiz até hoje, que fiz praia pela primeira vez este ano, que escaldei o nariz, que vi muita gaja gorda com bikinis demasiado reduzidos, que não percebo o motivo por que os homens ou usam tangas ou calções abaixo do joelho ou ainda, a quantidade de gajos com menos pelo que as gajas que andam por aí. Podia. Mas eu sei que isto não vos interessa para nada e que o que vos vai na cabeça é só uma pergunta: "Mas oh Mustache, tu, este fim de semana, pinaste?". E respondo: pinei! Pinei, e gostei! Aliás, passei a tarde de domingo a fazê-lo. Assim que ela me sugeriu que podiamos ir dar uma volta para ver as grutas nas encostas, fiquei logo a pensar que o que eu queria mesmo era explorar-lhe a gruta. E foi sex on the beach, sex on the rocks, sex on the sand, e só não foi sex on the water porque diz que estraga o preservativo.

Mas vamos por partes, que isto convém saberem como é que a coisa se deu. Fiquei hospedado no hostel, e durante o tempo que lá estive no sábado, antes da corrida, reparei num grupo de raparigas que também lá estava. Houve logo uma que me despertou a atenção e fez correr o sangue para outros sítios. Depois da corrida e da sardinhada, o pessoal com quem fui foi-se deitar e eu, como não tinha sono e precisava usar as internets, fui para a sala de estar. Passado algum tempo de lá estar, entram 3 meninas do tal grupo e sentam-se no sofá ali perto. Após alguns sussurros e risinhos entre elas, lá houve uma que meteu conversa comigo, a perguntar se tinha ido à corrida. Conversa puxa conversa, e passado 30minutos já estava a ser combinado amanha irmos todos para a praia logo de manha, aah e tal já tinha combinado ir fazer umas cenas com os outros dois, mas que podemo-nos encontrar no hostel há hora de almoço. Entretanto a conversa era quase só entre mim e uma delas, as outras acharam por bem irem para os quartos e deixarem-nos mais à vontade. Conversámos durante mais cerca de 40 minutos, e decidimos que amanha iriamos os dois dar umas voltas de bicicleta para ver as vistas. Foi quando ela falou nas grutas, e eu tive aquele pensamento pecaminoso.

No outro dia, há hora marcada, lá estávamos nos a pegar nas bicicletas e a metermo-nos ao caminho. O primeiro sitio onde fomos não tinha grutas, mas era de difícil acesso, o que de alguma forma ajudou aos primeiros contactos físicos, com as minhas mãozinhas marotas a agarrar-lhe a anca para ajuda-la a subir e a descer. Um velhote lá nos disse que mais para a outra zona é que havia muitas grutas e para lá nos dirigimos. Quando lá chegámos, descemos pelas escadas feitas na rocha, entrámos na gruta e ainda antes de ela terminar de dizer que dali se via muito bem os peixes, já eu lhe estava a dar um linguado e a mão dela no meu peixe-espada. Pinar nas grutas é bom, embora faça muito eco, o que faz com que todos os barulhos se ouçam repetidas vezes. Ouvi tanto gemido que se fechasse os olhos, conseguia imaginar que estava a participar numa verdadeira orgia. A coisa menos boa de pinar nas grutas é que às vezes é difícil arranjar posição e temos as rochas a espetarem-se nas nossas costas. Depois dessa pinocada, seguimos viagem, afinal ainda tínhamos muitas mais grutas para visitar.

De seguida fomos até um sitio com um nome engraçado. Tromba. E eu imaginei-a logo a tocar no meu trombone. Descemos, e se bem que esta gruta estava mais exposta, lá começámos nos beijos e amassos. Já ela ia a meio de uma valsa de Chopin e eu a largar dós sustenidos, quando ouvimos pessoas a chegarem e tivemos que interromper a música. Saímos dali, ainda comigo a andar curvado a tentar esconder o volume do cachalote. Seguimos até ao Ouvido do Mar, um sitio de muito difícil acesso, por isso se conseguíssemos chegar lá abaixo, estaríamos à vontade. Conseguimos, ou porque somos bons alpinistas ou porque a vontade de pinar era muita. Sitio impecável e lindo. Uma gruta à beira mar, com o chão em areia e rochas à volta. Bastante comprida para ninguém nos ver. Passei-lhe logo o isco para as mãos e apercebi-me que ela percebia da coisa, quando a vi a molhá-lo para mais facilmente entrar na toca do choco. Pinar na areia é muito melhor que nas rochas. A areia ajusta-se ao corpo e não magoa nada. Tivemos ali tanto tempo, que só quando a água nos começou a chegar aos pés é que vimos que tínhamos que ir embora, sob o risco de sermos comida para peixinho. Até chegarmos ao Cabo Carvoeiro demorámos imenso, porque ela já não se conseguia sentar e tivemos que ir a pé e levar as bicicletas pela mão. Lá, a única coisa que podemos aproveitar foi mesmo a vista para as Berlengas. Voltámos para o hostel, entregámos as bicicletas e fomos até ao meu quarto para trocarmos os números de telemóvel. Escusado será dizer que não fiquei com o numero dela, mas que ela há muito tempo que não via uma antena tão grande. E eu tenho um iPhone.

Lá decidimos que era hora de ir ter com o resto do pessoal à praia e metemo-nos ao caminho. Demos uns bons mergulhos que a água estava boa, as ondas a picarem e os corpos a escaldar. Ainda senti, umas quantas vezes, o que pensei serem algas a envolverem a minha sardinha, mas isso só acontecia quando ela estava por perto e com as mãos debaixo de água, e como não vi alforrecas por ali, não me preocupei.

Em suma, foi um daqueles fins de semana que nos deixam tristes por durarem só dois dias, mas que acabam por ser melhores do que nada, e o verão ainda agora começou! Que venham mais destes.